18 Abril 2011

Há um ano... mas ainda atual

Do aço que sou


Seu chicote nas minhas costas
Serviu a um propósito maior - ironia!
Você queria rasgar minha carne
Ver meu sangue brotar
Satisfeito?
Mas não sabia que no fundo eu era feita de ferro
Assim, agradeço:
De tanto apanhar, tornei-me aço
E hoje você ainda pode me deformar, até me vergar,
O que já não pode mais, porém, é me quebrar.

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